domingo, 18 de dezembro de 2011

Mestrado e Doutorado em Educação Física



Prepare-se para o processo de seleção do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física da UGF.



As inscrições para a participação do processo seletivo ocorrerão entre os dias 16/01/2012 a 10/02/2012.

As entrevistas ocorrerão entre os dias 13/02/2012 a 15/02/2012.

O resultado final será divulgado no dia 16/02/2012.
 Maiores informações pelo link:

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

EXERCISE AND MENTAL HEALTH: MANY REASONS TO MOVE

Em 2009, um grupo de pesquisadores do LaNEx em colaboração com pesquisadores da UFRJ e da FIOCRUZ publicaram um artigo de revisão na revista Neuropsychobiology como o tema: EXERCISE AND MENTAL HEALTH: MANY REASONS TO MOVE. O artigo mostra evidências clínicas e resultados de estudos em animais sobre o efeito do exercício no cérebro e no tratamento das doenças mentais mais prevalentes no idoso. O artigo já foi referenciado por diversos pesquisadores Nacionais e Internacionais e ocupa o primeiro lugar na lista de artigos mais baixados desta revista desde a sua publicação. Atualmente, ele é um artigo de acesso livre por escolha do Editor da revista. Para acessar o artigo na íntegra, basta acessar o link http://content.karger.com/ProdukteDB/produkte.asp?Aktion=hitparade&ProduktNr=224082


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Matéria sobre Pânico e exercício no site Conteúdo Saúde

Parabéns ao aluno Raphael Marques Gomes pela entrevista realizada no site Conteúdo e Saúde. Raphael é aluno do LaNEx e trabalha na Linha de pesquisa sobre Exercício físico e Transtorno de pânico em colaboração com o Laboratório de Pânico da UFRJ, na pesquisa de doutorado da psicóloga Aline Sardinha.



Dentre os transtornos mentais mais comuns estão os Transtornos de Ansiedade e suas várias manifestações (Zohar e Westenberg, 2000). O Transtorno de Pânico (TP) é um dos principais exemplos de ansiedade patológica em humanos descritos pelo DSM-IV (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), elaborado pela American Psychiatric Association em 1994. Segundo este manual, o TP é caracterizado essencialmente pela ocorrência de Ataques de Pânico (intenso medo ou desconforto, acompanhados por sintomas somáticos ou cognitivos, que são: taquicardia; sudorese; tremores; falta de ar ou sufocamento; asfixia; dor ou desconforto torácico; náusea ou desconforto abdominal; tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio; desrealização; despersonalização; medo de perder o controle ou de enlouquecer; medo de morrer; parestesias; calafrios ou ondas de calor) recorrentes e inesperados, seguidos por pelo menos um mês de preocupação persistente acerca de ter outro Ataque de Pânico, preocupação sobre as possíveis implicações ou consequências dos ataques, ou uma alteração comportamental correlata significativa.O medo fisiológico geralmente é evocado por um estímulo aversivo, também chamado de estressor e é manifestado por uma resposta conhecida como resposta de estresse. Esta resposta é a reação coordenada que ocorre em função de estímulos ameaçadores e é caracterizada pelos seguintes aspectos: comportamento de evitação ou esquiva; aumento da vigilância e do alerta; ativação do ramo simpático do SNA (Sistema Neurvoso Autônomo); maior liberação de cortisol pelas glândulas adrenais (Bear, Connors et al., 2008). O TP é a expressão patológica do medo fisiológico, que gera a desregulação do SNA e, consequentemente,das manifestações autonômicas e seus respectivos sintomas somáticos.
Tanto a intervenção farmacológica,quanto a terapiacognitivo-comportamental (TCC) têm se mostrado   eficazes no tratamento do TP. O tratamento farmacológico tem se centrado, principalmente, nos benzodiazepínicos e nos antidepressivos (Zohar e Westenberg, 2000).Ainda há muito a ser investigado para que o exercício físico com fins terapêuticos, em suas muitas modalidades e variáveis (frequência, volume, intensidade, etc.), possa ser consistentemente estabelecido pela literatura como um possível tratamento, mesmo que adjunto, para o TP. Poucos estudos têm avaliado a relação dose-resposta ideal para prevenir ou reduzir os sintomas de ansiedade (Zoeller, 2007)
No entanto, mesmo sem um consenso na literatura a respeito do melhor protocolo de exercícios a ser empregado para a atenuação dos sintomas ou como tratamento efetivo para o TP, um corpo consistente de evidências tem mostrado vários efeitos benéficos dos exercícios aeróbios sobre o mesmo.Broocks, Bandelow et al. (1998) compararam os efeitos terapêuticos (ansiolíticos) da corrida durante 10 semanas de treinamento (ao ar livre, num percurso de 4 milhas, de 3 à 4 vezes por semana, com a administração de Clomipramina (antidepressivo) e com o grupo que recebeu o placebo pelo mesmo período e, obtiveram os seguintes resultados: o exercício aeróbio regular promoveu efeitos ansiolíticos estatisticamente significativos em relação ao placebo e semelhantes aos benefícios promovidos pela Clomipramina. Muotri, Nunes et al. (2007)propuseram o emprego de exercícios aeróbios como estímulos interoceptivos, ou seja, gerando uma exposição aos sintomas somáticos característicos dos Ataques de Pânico, como tratamento para o TP.Devido à convergência informacional dos estudos disponíveis até o momento, é plausível concluir que exercícios aeróbios regulares possam exercer efeitos ansiolíticos significativos e gerar outras adaptações fisiológicas benéficas em pacientes com TP
Para ler a entrevista na íntegra acesse: http://www.conteudosaude.com.br/conteudoExtra.aspx?id=10633

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Parabéns pelo seu aniversário, professor Waldyr Mendes Ramos

O Laboratório de Neurociência do Exercício gostaria de parabenizar o prof Waldyr Mendes Ramos pelo seu aniversário e por todas as suas contribuições e conquistas. Aproveitamos este momento para sugerir a leitura do documento publicado na revista Arquivos em Movimento (Volume 5, número 1, 2009), onde o professor Waldyr Mendes Ramos escreve sobre estes mais de 40 anos de convivência com a EEFD/UFRJ e nos dá uma aula sobre os acontecimentos da Graduação e Pós-graduação desta Instituição. Seguem alguns trechos do documento:


“Comecei a frequentar nossa Escola de Educação Física e Desportos (EEFD) em 1969 quando a unidade organizava um curso preparatório para as provas de habilidade específica do vestibular, no campus da Praia Vermelha. Em 1972 recebi o diploma de Licenciado em Educação Física e em abril de 1977 fui contratado como Auxiliar de Ensino em regime de 40 horas.”

“Hoje, no cargo de Diretor da EEFD, eleito pela quarta vez para cumprir o mandato 2006-2009 (atuei como Diretor nos anos de 1986-1989 e 1998-2002 e como Vice-Diretor
em 1993-1997), sinto grande satisfação e orgulho em pertencer a esta comunidade quando atingimos os 70 anos da sua fundação.”

“Tenho dificuldades em encerrar este pequeno relato, pois, cada vez que o releio, novas
recordações surgem. Considero, entretanto, que temos um razoável resumo de ações
empreendidas nos últimos anos. Não fui exaustivo na lista de acontecimentos, nem esse era o propósito. Acredito que a EEFD tem muito a comemorar nos seus 70 anos. Devemos trabalhar para que seus objetivos sejam, cada vez mais, comprometidos com a diminuição das grandes desigualdades existentes em nosso país.”

Para ler o documento na íntegra, acesse o link http://www.eefd.ufrj.br/arquivos

O professor Waldyr ficará eternamente marcado na nossa lembrança, não somente por tudo que ele conquistou para a nossa Escola, mas principalmente por ter tempo de, no meio de tantas atribuições, passar todos os dias pela Escola sempre com um sorriso no rosto e um bom dia para todos os alunos, funcionários, professores e colegas de trabalho. Obrigada Waldyr, pelo exemplo de honestidade, dedicação, determinação e vontade de fazer as coisas acontecerem da forma mais correta. Como ex-aluna da EEFD, e hoje coordenadora do Laboratório de Neurociência do Exercício, gostaria de agradecê-lo por tudo que você fez pela Educação Física e pelo exemplo de vida que nos dá.

Parabéns em nome do LaNEx!

“O que fazemos na vida ecoa na eternidade.”

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

LANEX NO CELAFISCS

O LANEX parabeniza a participação dos alunos Alexandre Rio Santos, Bruno Costa, Dannyel Barbirato, Helena Moraes e Renata Silveira no CELAFISCS 2011.

Matéria sobre Exercício e Parkinson


Como o fisioterapeuta pode auxiliar pacientes com a 

doença de Parkinson?
Publicado por Alessandro Carvalho CREFITO nº 16413-LTF

Alessandro Carvalho é Fisioterapeuta e Pesquisador do Laboratório de Neurociência do Exercício – LaNex, Mestrando em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro e responsável pela pesquisa “Efeito do Treinamento Aeróbio e de Força nas Respostas Eletroencefalográficas, Cognitivas e Funcionais na doença de Parkinson” realizada em parceria com o Instituto de Neurologia Deolindo Couto da UFRJ.



Ele nos diz que a doença de Parkinson é classificada como uma desordem do movimento em função de seus sinais cardinais, a bradicinesia (lentificação dos movimentos), o tremor, a rigidez e a instabilidade postural. O tratamento médico tem como objetivo a reposição dos níveis do neurotransmissor dopamina numa área do cérebro denominada substância negra compacta localizada numa estrutura central chamada de núcleos da base. Medicamentos e alguns procedimentos cirúrgicos vêm até o presente momento diminuindo alguns dos sintomas e garantindo assim a qualidade de vida dos pacientes, porém em longo prazo alguns efeitos colaterais são notados. Neste contexto, nos últimos 20 anos cresceu o número de pesquisas sobre o efeito de intervenções não farmacológicas no tratamento dos sintomas da doença de Parkinson, dentre elas os efeitos do exercício físico. E é aí que entra o fisioterapeuta.
Em parkinsonianos, a prática de diferentes modalidades de exercícios físicos como caminhada, corrida, treinamento de força, exercícios funcionais, fisioterapia e o treinamento vibratório estão relacionados à redução do risco de quedas, melhora do desempenho motor, do equilíbrio e da marcha, além de promover benefícios à saúde mental e a cognição. Embora os mecanismos de resposta ao exercício ainda estejam sendo investigados, os estudos científicos demonstram que a prática de atividade física voluntária e o treinamento regular com exercícios físicos influenciam na plasticidade cerebral favorecendo repostas neuroregenerativas, neuroadaptativas e neuroprotetoras mediadas pela liberação de fatores de crescimento no cérebro como o BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro) e o VEGF (fator de crescimento vascular endotelial), e pela redução do estresse oxidativo e da produção de espécies reativas de oxigênio (ROS).



Mediante esses possíveis benefícios do exercício e da atividade física para os parkinsonianos, o trabalho de fisioterapeutas assim como o de educadores físicos se faz cada dia mais fundamental. O fisioterapeuta deve estabelecer e supervisionar uma rotina de exercícios com seu pacientes que inclua o exercício aeróbio (esteira, caminhada, pedalada, etc.), o fortalecimento muscular, a utilização de pistas visuais e auditivas, treinamento de flexibilidade, exercícios de equilíbrio e o treinamento da marcha.
Para ler a matéria original acesse  http://www.conteudosaude.com.br/conteudoExtra.aspx?id=9722

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

IV Congresso Brasileiro de Neuropsiquiatria Geriátrica

    
O Laboratório de Neurociência do Exercício parabeniza o aluno Paulo Vasques pela apresentação do poster 
"Influência da Cognição em Atividades de Dupla-Tarefa na Doença de Alzheimer" no IV Congresso de Neuropsiquiatria Geriátrica.